domingo, 20 de outubro de 2013

Homem desenvolve caso raro de melanoma na gengiva

Homem desenvolve caso raro de melanoma nas gengivas

Um homem de 45 anos na China, que desenvolveu uma grande descoloração escura nas suas gengivas superiores tinha um tipo raro de melanoma, um cancro que geralmente ocorre na pele, de acordo com um novo relatório do seu caso.

"Este é um tipo incrivelmente raro de melanoma", disse Susan Muller, professora de patologia da Universidade de Emory, que não estava envolvida com o caso.

Este tipo de melanoma, medicamente conhecido como melanoma da mucosa, constitui menos do que 1% de todos os casos de melanoma, afirmou Muller em entrevista ao LiveScience.

A área das gengivas do homem que foi mais pigmentada media cerca de 1.5 centímetros de largura por 4 cm de comprimento. 

Quando uma biópsia mostrou que a lesão escura era, de fato, cancerosa, os médicos removeram não só as gengivas, mas também partes da mandíbula superior do homem  de acordo com o relatório de caso, publicado a 9 de outubro no The New England Journal of Medicine.

O melanoma é o cancro de melanócitos, as células que produzem os pigmentos que dão a cor à pele. É o tipo menos comum de cancro da pele, mas um dos mais perigosos se não for diagnosticado no início. 

As células de melanócitos existem também em algumas outras partes do corpo - por exemplo, nos olhos, seios nasais e boca - mas a sua função nestes locais não é clara. "Neste momento, nós não sabemos, em primeiro lugar, porque há melanócitos na boca e, segundo, o que faz com que essas células se tornem malignas", afirmou Muller.

Muller e seus colegas já observaram pessoas com melanomas na região da cabeça e pescoço que foram tratados na Universidade de Emory e hospitais afiliados. Ao longo de um período de 20 anos, encontraram 22 pessoas que tiveram melanoma nos seios, e apenas oito pessoas que tiveram melanoma na boca. O estudo foi publicado na revista Oral Oncology, em 2008.

De forma semelhante ao homem no novo relato de caso, em todos os casos de melanoma oral no estudo de Muller, o cancro cresceu na maxila e céu da boca do paciente. " Nós não temos nenhuma ideia do porquê de isso acontecer", disse Muller.

No caso do homem, quando os médicos fizeram o seguimento do paciente seis meses após a cirurgia, eles não encontraram sinais de que o cancro tivesse voltado. A pigmentação na boca não é incomum, e pode ser causada por muitas coisas, observa Muller. 

Apesar de manchas escuras na boca poderem parecer melanoma, elas são geralmente benignas. O tratamento de melanomas que ocorrem na região de cabeça e pescoço pode ser um desafio. Ao remover qualquer tumor, os médicos gostam de ter "margens livres". 

Isso significa que eles tiram uma área grande o suficiente de tecidos ao redor do cancro para diminuir a chance das células cancerosas permanecerem no corpo. Isto pode ser problemático quando o cancro está na área da cabeça e pescoço, disse Muller.

"Se você tem cancro no fígado, eles podem remover o fígado, mas se você tem cancro na cabeça, você não pode remover a cabeça", disse Muller. Além do mais, melanomas na região de cabeça e pescoço não são tão sensíveis à quimioterapia utilizada para os melanomas da pele.

Outro desafio no tratamento de alguns casos é que o melanoma pode ficar escondido da vista. Quando isso acontece nos seios, pode ser difícil perceber. No entanto, o melanoma na boca pode ser detectado precocemente, por dentistas e pacientes, disse Muller.


ciencia-online.net

Primeiro homem totalmente biónico anda, fala e respira (com vídeo)

Primeiro homem totalmente biónico anda, fala e respira (com video)
Não é humano, mas anda, fala e até tem um coração a bater – Conheça o primeiro homem totalmente biónico do mundo.

Como o monstro Frankenstein, improvisado a partir de uma mistura de partes do corpo, o homem biónico é um amálgama das próteses humanas mais avançadas – desde membros robóticos até órgãos artificiais e um sistema circulatório de bombeamento de sangue.

Os roboticistas Rich Walker e Matthew Godden montaram o homem biónico com órgãos artificiais doados por laboratórios de todo o mundo.

“O nosso trabalho era montar uma grande coleção de partes do corpo, transformando essas peças num homem biónico”, disse Walker em entrevista. Mas o processo foi complicado. “Você geralmente coloca uma parte protética num ser humano que não tem essa parte, mas nós não tínhamos nenhum ser humano – nós construímos um para colocar os componentes protéticos”

O robô custou quase US$ 1 milhão a ser construído, e embora tenha uma precisão e variedade incrível de movimentos, de vez em quando ainda deixa cair a bebida de um copo. ”Ele não é o melhor bartender do mundo”, afirma Walker.



O robô ostenta um par de tornozelos e pés robóticos projetados por Hugh Herr, do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), que perdeu as suas próprias pernas depois de ficar preso numa tempestade de neve durante a adolescência.

Para apoiar as suas pernas protéticas, o homem biónico usa um exoesqueleto robótico chamado “Rex”, feito pela Rex Bionics, na Nova Zelândia. O seu estranho jeito de caminhar torna-o ainda mais Frankestein do que nunca, como pode ver no video.

O homem biónico também usa um conjunto quase completo de órgãos artificiais, incluindo um coração, pulmões, traqueias, pâncreas, baço, rins e um sistema circulatório funcional.

O coração artificial, feito pela SynCardia Systems em Tucson, EUA, foi implantado em mais de 100 pessoas para substituir os seus corações doentes enquanto esperavam por um transplante, disse Walker. 

O sistema circulatório, construído pelo pesquisador médico Alex Seifalian, da University College of London, consiste em veias e artérias feitas de um polímero usado para criar órgãos sintéticos. Embora não seja ‘completo’, o cérebro do homem biónico pode imitar algumas funções do cérebro humano. 

De igual forma, ele tem uma prótese de retina que pode restaurar a visão limitada de pessoas cegas e faz também uso de um implante coclear, assim como de sistemas de reconhecimento e produção de voz e fala.

O homem biónico simula com sucesso cerca de 2/3 do corpo humano. Mas ele não tem alguns órgãos importantes, incluindo o fígado, estômago e intestinos, que ainda são demasiado complexos para serem reconstruídos em laboratório.

Em suma, o homem biónico traz à tona algumas questões éticas e filosóficas: A criação de algo tão humanóide ameaça as noções do que significa ser humano? Até onde podemos melhorá-lo? [LiveScience]

ciencia-online.net

Cachorro que tem apenas três patas participa de maratona nas Filipinas


Pebbles e a dona, Lizel Navarro: cachorro de três pernas participou de maratona para cães
Pebbles e a dona, Lizel Navarro: cachorro de três pernas participou de maratona para cães Foto: Romeo Ranoco / Reuters
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Um cachorro deu um show de superação, nesta terça-feira, ao participar de uma maratona para cães em Manila, capital das Filipinas. Pebbles, como é chamado, competiu no evento mesmo tendo apenas três patas. O animal foi amputado há dois anos, após ser atropelado.
Depois do acidente, Pebbles foi adotado por Lizel Navarro. Ele e a dona posaram juntos para fotos no local onde a corrida foi realizada.
A maratona faz parte de uma campanha de combate à crueldade contra os animais. O crescente número de abusos e de compartilhamentos na internet de vídeos que mostram cenas de maus-tratos fez as autoridades das Filipinas endurecerem as leis de proteção aos animais, ampliando a pena para agressores.
A corrida para cães foi organizada pela ONG Philippine Animal Welfare Society (PAWS).
Maratona para cães organizada pela Philippine Animal Welfare Society
Maratona para cães organizada pela Philippine Animal Welfare Society Foto: Reprodução do Facebook / Philippine Animal Welfare Society



Fonte: extra

sábado, 19 de outubro de 2013

Há quatro meses, cão monta guarda, em vão, à espera do dono que morreu em junho




Ninguém imaginaria que aquele bichinho, abandonado numa favela, infestado de carrapatos e tomado pela sarna, sobreviveria a doenças de pele espalhadas pelo corpo. Voluntários de uma ONG recolheram o cão e lhe deram tratamento. Faltava um lar. José Santos Rosa, funileiro da zona leste paulistana, quis ficar com ele. O filhote chegou numa caixa de sapatos. Zé pensou em levá-lo para casa, mas, ao saber que o cão ficaria "gigante", herança de seus traços genéticos, mezzo labrador, mezzo rottweiler, resolveu deixá-lo na oficina. Logo, Beethoven passou a orquestrar barulhos por onde andava. Serelepe, cruzava fácil a grade do portão, que ganhou tampões de madeira para mantê-lo a salvo da rua. O cãozinho lembra a vizinha Margareth Thomé, 47, "achava que era gato": escalava o muro da funilaria e andava sobre ele, espreitando, ansioso, a chegada do dono.
CACHORRO SOFRE APÓS MORTE DO DONO: Na tentativa de conter o ímpeto felino do cão, Zé levantou ainda mais o muro. Por volta das 7h, o barulho do molho de chaves de Zé era a senha para Beethoven pular da cama e ir direto se sacudir no colo do dono. Sábado, domingo ou feriado, sol e chuva, pouco importava o dia, tampouco o clima, lá estava ele, postado na entrada, fazendo festa para Zé. Mas, desde o dia 8 de junho, uma manhã de sábado, o silêncio e a tristeza tomou conta de Beethoven: a rotina de latidos, saltos e carinhos, ao longo de quatro anos, foi interrompida. Na noite anterior, depois de se despedir do "amigão", como era de costume, o funileiro pegou o carro para ir embora. Dirigia pela avenida Rio das Pedras (zona leste), quando, sentindo fortes dores no peito, procurou às pressas um lugar para estacionar. Ligou para o Samu. A emergência veio rápida, só que tarde demais: Zé, 54, sofreu um ataque cardíaco. Deixa a mulher, duas filhas e Beethoven.
'SEMPRE AO SEU LADO'
"O cachorro ficou tão desamparado quanto elas", diz Margareth. A vizinha fez uma "vaquinha" para comprar ração, mas o apetite do cão, antes voraz, diminuiu bastante. Ela pretende encontrar um novo lar para Beethoven, que hoje divide o teto com outros seis cães de rua, trazidos por um carroceiro que está "ocupando" a funilaria. A família de Zé não tem condições de ficar com Beethoven, que foi para adoção (www.facebook.com/cristiane.biral). "Quando ele ouve o barulho de chaves, vem correndo para o portão", conta Margareth. "Acha que é o Zé." Elvira Brandolin, 79, outra vizinha, lembra que a rua nunca esteve tão calado. "Ele latia fazendo festa para o Zé. Infelizmente, a festa acabou." Autora de livros como "Um Cão pra Chamar de Seu", a veterinária Regina Rheingantz Motta, 53, explica que Beethoven continua exercitando sua rotina "de encontros e despedidas de seu dono, mas ele ainda não aprendeu a incluir nela a morte". A persistência de Beethoven fez com que seus vizinhos enxergassem semelhanças entre o cão sem raça definida e a tocante história de Hachiko, o cachorro akita do filme "Sempre ao Seu Lado”. Após a morte do dono, Hachiko continua indo "buscá-lo" na estação de trem, assim como Beethoven continua lá, às portas da funilaria, à espera do amigo humano. (Folha)

Casal de adolescentes é preso por publicar no Facebook foto deles se beijando


Dupla foi detida sob acusação de violação de decência pública.


Um adolescente e sua namorada foram presos em Marrocos depois de terem publicado no Facebook uma foto deles se beijando. O jovem casal foi detido sob acusação de violação de decência pública.

O caso aconteceu na quinta-feira (03) do lado de fora do colégio onde estudam, na cidade de Nador. Em sinal de protesto, diversas fotografias de outros jovens foram compartilhadas na rede social. 

O casal vai comparecer ao tribunal na próxima semana para que um juiz defina a senteça.


Casal de adolescentes é preso por publicar no Facebook foto deles se beijando
Fonte: Metro

Candiru: O peixe que pode invadir os órgãos genitais


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Nativo da bacia hidrográfica da Amazônia, trata-se de um parasita que se alimenta de sangue. Eleapresenta um formato alongado semelhante ao das enguias, e normalmente conta com 7 ou 8 centímetros de comprimento.
O candiru ganhou notoriedade por ter o inconveniente hábito de penetrar pela uretra ou ânus de banhistas desavisados e se instalar no interior dos genitais. É atraído pela urina e depois que penetra nos órgãos provoca pequenos cortes e só pode ser removido através de cirurgia, devido ao formato de guarda-chuva de suas nadadeiras podendo causar dor e hemorragias. Portanto, para evitar encontros desagradáveis com esse parasita, uma das precauções é não entrar em rios, nu. Além disso, evite nadar com calções e biquínis folgados e, na hora de fazer xixi, saia da água!
ATENÇÃO,  ESTE VÍDEO CONTEM CENAS FORTES, PESSOAS SENSÍVEIS NÃO DEVE ASSISTI-LO
Fonte: Megacurioso/G1

Nova droga “come a carne” e deforma corpo de viciados




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Uma nova droga chamada Krokodil tem causado terror na população do Estado do Arizona, nos Estados Unidos.
Ela tem o terrível efeito de “comer a carne” dos usuários. Inflamável, o produto deixa a pele dos viciados como a de um réptil.
O medo da população local é que isso se torne uma epidemia. As informações são do site Daily Mail.
O krokodil é feito a partir da codeína, um analgésico opióide que pode ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica, assim como acontece com analgésicos mais fracos no Brasil. A pessoa sintetiza a droga em uma cozinha usando produtos como gasolina, solvente, ácido hidroclorídrico, iodo e fósforo vermelho, que é obtido de caixas de fósforo comuns, além dos comprimidos de codeína.
Logicamente nenhum destes ingredientes é ideal e o produto final não é nem um pouco puro, mas o resultado para o usuário é satisfatório. A consequência de se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. A área onde o krokodil é injetado começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até expor os músculos e ossos.
Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns em salas de emergência dos hospitais daquele país. A dificuldade em se combater o uso desta droga está na pouca ajuda que o governo dá a centros de reabilitação e na grande facilidade na produção, afinal basta uma cozinha e o conhecimento de como se “cozinhar” o produto. Largar o krokodil pode ser uma tarefa extremamente difícil. A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês, sendo que conseguir uma nova dose é muito fácil. Sequelas físicas e mentais do uso contínuo do krokodil podem ficar para sempre.
O krokodil pode acabar matando o usuário recorrente em mais ou menos 2 anos e são raros os casos de pessoas que se livraram do vício. A migração deles de uma droga para outra é explicada pelo valor da dose. Cada uso de heroína pode custar na Rússia 150 Dólares (270 Reais), já o krokodil custa em média 8 Dólares (aproximadamente 14 Reais). Um problema na alternativa mais barata é a duração dos efeitos, que são muito menores.
Enquanto os efeitos da heroína podem durar 8 horas, o krokodil dura com sorte 90 minutos. Como produzir a droga leva mais ou menos uma hora, a pessoa passa a viver apenas para produzir e injetar.
No Brasil, a codeína é vendida apenas com receita médica, mas na Rússia o produto é o analgésico mais popular do país. Usada por praticamente a metade da população, ela é responsável por cerca de 25% do lucro de algumas farmácias. Por este motivo a indústria farmacêutica e os empresários do ramo lutam para que o governo não torne a droga restrita à venda com prescrição.
Outros países onde a codeína é vendida sem receita são o Canadá, Israel, Austrália, França e Japão. Neles existe um grande risco do krokodil se tornar uma epidemia como a que atinge atualmente a Rússia.
Usuários de krokodil já estão migrando de outras drogas pois não podem sustentar o próprio vício. O melhor conselho que qualquer pessoa pode lhe dar é para que você jamais experimente nenhuma droga ilegal.  Fonte: R7